Gatti: Vai ou não vai ter aula amanhã?
Eu: Não sei. Vou ligar amanhã pra Edna e pergunto do Monteagudo.
Gatti: Qualquer coisa se não tiver aula a gente vai pro bar.
Eu: Droga, eu tô sem grana. Acabei de comer seis conto em sorvete.
Gatti: Seis!? Claro, qualquer um chupa seis conto em sorvete.
(silêncio)
Eu: Isso foi irónico?
Gatti: Não. Imagine.
Eu: Tá, isso foi irónico.
3 de abr. de 2009
Diálogo Aleatório parte 19
Desconhecida: Aaah, você é a Karen! Você tá na mesma turma que eu! Faço cênicas também! Aaah!
Karen: Legal.
Desconhecida: E vocêêês, o que vocês faaazem!?
Karen: A gente? O que a gente faz? A gente dá atenção a qualquer um.
(Silêncio.)
(Desconhecida sorri por alguns segundos e sai à francesa.)
Karen: Legal.
Desconhecida: E vocêêês, o que vocês faaazem!?
Karen: A gente? O que a gente faz? A gente dá atenção a qualquer um.
(Silêncio.)
(Desconhecida sorri por alguns segundos e sai à francesa.)
2 de abr. de 2009
Diálogo Aleatório parte 17
Sargento: E agora vocês vão ganhar camisinhas. Tem que usar garotada...
At. Filho: Que isso!? Camisinha do Posto de Saúde é o fim. Não uso isso por nada!
Eu: É mesmo, né? Elas têm cheiro estranho.(na verdade eu acho que tem cheiro de cerveja, mas ele não precisava saber disso.)
At. Filho: Não é por causa disso não. É que quem faz as camisinhas do Posto é a fábrica de fraldas.
(Demorei muito pra entender)
At. Filho: Que isso!? Camisinha do Posto de Saúde é o fim. Não uso isso por nada!
Eu: É mesmo, né? Elas têm cheiro estranho.(na verdade eu acho que tem cheiro de cerveja, mas ele não precisava saber disso.)
At. Filho: Não é por causa disso não. É que quem faz as camisinhas do Posto é a fábrica de fraldas.
(Demorei muito pra entender)
1 de abr. de 2009
Sonho Fio de Baba parte 1
Mariane diz:
Sonhei que você era um vampiro, do tipo muito feito, e eu tentava te convencer que você era um toreador muito elegante pra tentar aumentar sua auto-estima. E daí um grupo de brujah queria pegar o André, e quando eles estavam quase chegando perto eu comecei a rezar e eles pararam e começaram a bater palmas com as mãos pra cima e desistiram de ir atrás do André. No final, eles também estavam atrás de você e eu te dava esconderijo.
Mas o celular tocou e eu acordei.
Sonhei que você era um vampiro, do tipo muito feito, e eu tentava te convencer que você era um toreador muito elegante pra tentar aumentar sua auto-estima. E daí um grupo de brujah queria pegar o André, e quando eles estavam quase chegando perto eu comecei a rezar e eles pararam e começaram a bater palmas com as mãos pra cima e desistiram de ir atrás do André. No final, eles também estavam atrás de você e eu te dava esconderijo.
Mas o celular tocou e eu acordei.
Diálogo Aleatório parte 16
Rubens: Então eu posso dizer que um ponto é um axioma?
Professor:Como?
Rubens: É. Um ponto. Ponto. Um ponto final é um axioma. Uma linha reta não é a menor distancia entre dois pontos? Então. O ponto é um axioma. Como você vai duvidar de um ponto?
Professor: Eu não estou entendendo o que você está dizendo.
(a classe com cara de que-merda-ele-tá-falando?)
Gatti: Então reticencias são três axiomas?(irónico)
Axioma: Axioma é uma sentença ou uma proposição que não é provada ou demostrada e é considerada como óbvia.
PS: A merda de um ponto não é um axioma nem aqui nem dentro de um ovo de pterodáctilo, cacete!
Professor:Como?
Rubens: É. Um ponto. Ponto. Um ponto final é um axioma. Uma linha reta não é a menor distancia entre dois pontos? Então. O ponto é um axioma. Como você vai duvidar de um ponto?
Professor: Eu não estou entendendo o que você está dizendo.
(a classe com cara de que-merda-ele-tá-falando?)
Gatti: Então reticencias são três axiomas?(irónico)
Axioma: Axioma é uma sentença ou uma proposição que não é provada ou demostrada e é considerada como óbvia.
PS: A merda de um ponto não é um axioma nem aqui nem dentro de um ovo de pterodáctilo, cacete!
Diálogo Aleatório parte 15
Aluno: Esse filme é legal(Laranja Mecânica). - Fala apontando pra minha camiseta.
Eu: Sim, é sim. Eu gosto bastante.
Aluno: Tem vezes que eu vou alugar um filme e acabou pegando ele de novo.
Eu: Nossa, é a primeira pessoa aqui na faculdade que diz que gostou desse filme. Os outros falaram "ai, que filme feio, violento..."
Aluno: Putz, violento!? Violento é Rambo!
Eu: Sim, é sim. Eu gosto bastante.
Aluno: Tem vezes que eu vou alugar um filme e acabou pegando ele de novo.
Eu: Nossa, é a primeira pessoa aqui na faculdade que diz que gostou desse filme. Os outros falaram "ai, que filme feio, violento..."
Aluno: Putz, violento!? Violento é Rambo!
30 de mar. de 2009
Waking Life
PURSAH: Você se lembra do antigo enigma, se uma árvore cair no meio da floresta e ninguém estiver lá para ouvir, ela ainda provocaria um som?
GARY: Claro que sim. Isso não pode ser provado, então as pessoas sempre terminam discutindo sobre isso.
PURSAH: Qual você diria que é a resposta? Prometo que não vou discutir com você.
GARY: Eu diria que uma árvore sempre produz um som, quer alguém esteja lá para ouvir, quer não.
PURSAH: E você estaria totalmente errado, até mesmo no nível da forma. O que as árvores fazem é enviar ondas sonoras. Ondas sonoras, como ondas de rádio – e, nesse caso, ondas de energia – requerem um receptor para captá-las. Existem muitas ondas de rádio passando através dessa sala nesse exato momento, mas não há som porque não existe um receptor sintonizado nelas. O ouvido humano ou animal é um receptor. Se uma árvore cai no meio da floresta e não há ninguém lá para ouvi-la, então, ela não produz som. O som não é um som até que você o ouça, da mesma forma que uma onda de energia não parece ser matéria até que você a veja ou a toque.
GARY: Claro que sim. Isso não pode ser provado, então as pessoas sempre terminam discutindo sobre isso.
PURSAH: Qual você diria que é a resposta? Prometo que não vou discutir com você.
GARY: Eu diria que uma árvore sempre produz um som, quer alguém esteja lá para ouvir, quer não.
PURSAH: E você estaria totalmente errado, até mesmo no nível da forma. O que as árvores fazem é enviar ondas sonoras. Ondas sonoras, como ondas de rádio – e, nesse caso, ondas de energia – requerem um receptor para captá-las. Existem muitas ondas de rádio passando através dessa sala nesse exato momento, mas não há som porque não existe um receptor sintonizado nelas. O ouvido humano ou animal é um receptor. Se uma árvore cai no meio da floresta e não há ninguém lá para ouvi-la, então, ela não produz som. O som não é um som até que você o ouça, da mesma forma que uma onda de energia não parece ser matéria até que você a veja ou a toque.
29 de mar. de 2009
Diálogo Aleatório parte 14
(no dia anterior Muri e eu fomos até a casa do Caiã atrás dele às 4 da manhã chamando no portão. Quem atendeu foi o pai do Caiã(Bira))
Sonia(mãe Muri) : Então, gente, o Bira foi no Posto de Saúde hoje pegar remédio pro filho dele. Nossa, achei ele tão abatido, tão cansado.
(Não contente, Sonia dá mais uma)
(Essa parte é muito longa e enrolada pra explicar)
Muri: Que que você vai fazer agora, mãe?
Sonia: Eu acho que vou dar uma passada lá na Tutto Bello pra ver se ter uma tábua que eu quero. Porque? Vocês querem carona?
[combo da tia Sonia. E olha que ela nem sabia de nada.]
Sonia(mãe Muri) : Então, gente, o Bira foi no Posto de Saúde hoje pegar remédio pro filho dele. Nossa, achei ele tão abatido, tão cansado.
(Não contente, Sonia dá mais uma)
(Essa parte é muito longa e enrolada pra explicar)
Muri: Que que você vai fazer agora, mãe?
Sonia: Eu acho que vou dar uma passada lá na Tutto Bello pra ver se ter uma tábua que eu quero. Porque? Vocês querem carona?
[combo da tia Sonia. E olha que ela nem sabia de nada.]
Diálogo Aleatório parte 13
(Caiã acaba de preparar um delicioso prato de P.T.S. e Sonia(mãe da Muri) serve-se)
Sonia: Hmmm, vamos ver se o Caiã já está pronto pra casar. Já comeu, Bruno?
Eu: Já.
Sonia: Hmmm, vamos ver se o Caiã já está pronto pra casar. Já comeu, Bruno?
Eu: Já.
11 de mar. de 2009
Hilda Hilst
Te amo ainda que isso te fulmine ou que um soco na minha cara me faça menos osso e mais verdade.
Diálogo Aleatório parte 12
Marcel: Qual a diferença entre estar comprometido e estar envolvido? Imagine um X-egg-bacon: A galinha está envolvida, já o porco está comprometido. Pense.
10 de mar. de 2009
Diálogo Aleatório parte 11
Alguém: Carlos, você tá pegando na minha coluna!
Carlos: Eu sei. É que eu tenho tara por colunas.
Alguém: Então você tem orgasmo comendo peixe?
Carlos: Não, quando eu como peixe eu jogo tetris.
Carlos: Eu sei. É que eu tenho tara por colunas.
Alguém: Então você tem orgasmo comendo peixe?
Carlos: Não, quando eu como peixe eu jogo tetris.
6 de mar. de 2009
Diálogo aleatório parte 10
Eu: Queria alguma coisa sem carne mas sem carne só tem croissant de chocolate.
I: Porque sem carne? Você é vegetariano?
Eu: Sou.
I: E você é gay?
(fica a pergunta: qual a relação?)
I: Porque sem carne? Você é vegetariano?
Eu: Sou.
I: E você é gay?
(fica a pergunta: qual a relação?)
Espetáculo - Álvaro Alves de Faria
O salto mortal é meu número especial nesta tarde de domingo. Não tentarei o trapézio, por não saber voar sobre as cabeças que torcem para a corda arrebentar. Pensando bem, abrirei a tarde falando ao respeitável público que farei a mágica final: desaparecer sem nunca ter sido visto por ninguém.
5 de mar. de 2009
Diálogo aleatório parte 9
(via msn)
P1: Toca Elephant Gun do Beirut pra mim?
P2: Quando?
P1: Agora.
P2: Onde?
P1: Aqui.
P2: Mas como?
P1: Sem roupa.
P1: Toca Elephant Gun do Beirut pra mim?
P2: Quando?
P1: Agora.
P2: Onde?
P1: Aqui.
P2: Mas como?
P1: Sem roupa.
Diálogo aleatório parte 8
(P1 sem saber da existência da namorada do Roberval ao lado)
P1: Mas o Roberval é gay! Eu tenho certeza!
Eu: Então, ela aqui do lado é namorada dele.
(namorada com cara multi-expressiva)
P1: Ah é? Então... isso não torna ele menos gay.
(Roberval é nome fictício, dã.)
P1: Mas o Roberval é gay! Eu tenho certeza!
Eu: Então, ela aqui do lado é namorada dele.
(namorada com cara multi-expressiva)
P1: Ah é? Então... isso não torna ele menos gay.
(Roberval é nome fictício, dã.)
Diálogo aleatório parte 7
Puta: Me fode! Me fode! Me fode!
Cledivan: Caaaaalma, calma! Não me pressiona! Eu vim aqui pra isso!
(Cledivan é nome fictício, dã.)
Cledivan: Caaaaalma, calma! Não me pressiona! Eu vim aqui pra isso!
(Cledivan é nome fictício, dã.)
27 de fev. de 2009
Enigma ecoando pela casa vazia.
Agora, neste exato momento estou sozinho ouvindo Enigma na casa que acabei de mudar. Ela é grande, alta, aberta, sem muitas paredes e sem muitos móveis. Isso faz com que a música ecoe muito pela casa. Por causa disso muitas coisas estão passando pela minha cabeça. Não é sempre que você ouve sozinho Enigma ecoando dentro de uma casa cheia de nada. Estou de mudança desde quarta e isso tem tomado o meu tempo desde então. Senti uma súbita vontade de escrever isso.
11 de fev. de 2009
Diálogo aleatória parte 6
Mey: Bruno, como faz pra esquecer uma pessoa? Não pra sempre, mas só pra não pensar nele em aulas de sociologia ou quando não tiver nada pra fazer e o ócio tiver te dominando, tem como?
Eu: Depende. Se essa pessoa for tatuada e for jovem, isso fica foda.
Mey: Ai, a pessoa é tatuada e jovem. Droga, Bruno, eu me envolvi demais sem perceber!
Eu: Nossa, que vontade de vasculhar meus arquivos do MSN e esfregar na sua cara a conversa que tivemos! Eu falei que você ia ficar falando dele um dia, eu disse!
Mey: Não briga comigo, a culpa é dele que falou coisas legais pra mim!
Eu: Claro que a culpa é dele, foi bem ele que abriu as pernas, né?
Mey: Ele deveria me tratar como um nada, dai eu não ia pensar nele.
Eu: Aff, agora vai lá e pega uma dose de conhaque, vai.
Eu: Depende. Se essa pessoa for tatuada e for jovem, isso fica foda.
Mey: Ai, a pessoa é tatuada e jovem. Droga, Bruno, eu me envolvi demais sem perceber!
Eu: Nossa, que vontade de vasculhar meus arquivos do MSN e esfregar na sua cara a conversa que tivemos! Eu falei que você ia ficar falando dele um dia, eu disse!
Mey: Não briga comigo, a culpa é dele que falou coisas legais pra mim!
Eu: Claro que a culpa é dele, foi bem ele que abriu as pernas, né?
Mey: Ele deveria me tratar como um nada, dai eu não ia pensar nele.
Eu: Aff, agora vai lá e pega uma dose de conhaque, vai.
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